Nível A1

Conto "O Cavaleiro da Dinamarca", de Sophia de Mello Breyner, e guião de leitura.

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PowerPoint informativo sobre o Pretérito Perfeito Composto, sua forma e usos.

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Poema de Fernando Pessoa para aprenderem os números ordinais até dez.

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Conectores discursivos para ajudar nos exercícios de expressão escrita.

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Áudio sobre o rei Dom Dinis com exercício de compreensão auditiva.

Era uma vez um                          chamado Dinis. Era uma criança muito simpática e alegre que passava grande parte do                 tempo a ler poesias e a escrevinhar os              próprios poemas.

“Que bom que é poder ler             textos tão bonitos! E se eu tentasse fazer um? Podia falar da Natureza, das fontes, das                      bonitas...”

O pai, D. Afonso III, mostrava                     descontentamento com esta ocupação do seu filho. Achava bem mais importante que ele se interessasse por assuntos de um                rei. Por isso, dizia-lhe muitas vezes: “Sabes, Dinis, preocupa-me que passes tanto tempo entretido com esses versos. Devias ter outros                    ... Mais tarde serás Rei de Portugal e não vai ser a poesia que te vai             a combater os inimigos nem a              conta do nosso país!

“Mas, pai, não há nada                 bonito do que a poesia! A poesia faz-nos dar valor às coisas simples da                     e do mundo... É uma arte, faz-nos ser melhores! Além disso,                     ocupar-me também do reino de Portugal.                           que conseguirei!”

Alguns anos mais tarde, com                            anos, Dinis tornou-se o Rei de Portugal:

“Agora vou ter a oportunidade de             que serei capaz. Vou                   o nosso país e torná-lo melhor!”

E                  fez. A verdade é que continuou sempre a escrever os seus poemas, mas o amor pelo seu país e o desejo de fazer de Portugal uma grande nação, nunca abandonaram o seu                          .

Entretanto, chegou a Portugal Isabel de Aragão. Era uma princesa               , muito                      e cheia de elegância. D. Dinis rapidamente se encantou por esta rapariga, apaixonou-se e os             casaram.

Enquanto D. Dinis se preocupava em fazer de Portugal um país mais desenvolvido, D. Isabel ocupava-se com os mais                           . Passava os seus dias a ajudar os doentes e a levar comida a                     tinha fome. Fazia-o discretamente e, num dia de Inverno,                         ia a sair para distribuir pães pelos pobres, foi surpreendida por D. Dinis, que lhe disse:

“Isabel, onde vais e o que levas aí escondido no teu              ?”

A rainha ficou em silêncio e sem saber o que responder. Sabia que o            não concordava que ella passasse tanto tempo junto dos pobres e teve receio da sua reação. No entanto, encheu-se de                      e não hesitou: “São rosas, Dinis, são rosas!”

D.Dinis não queria acreditar: “O quê? Rosas no mês de                    ?”

D.Isabel mostrou-se muito segura e abriu o seu           . A surpresa foi total... Do seu regaço choveram rosas, rosas lindas que deixaram todos muito                        . Tinha acontecido um milagre, os pães tinham-se transformado em rosas! Era o Milagre das Rosas!

D.Isabel e D. Dinis eram muito amados pelo seu                   . Os dois muito fizeram pelo seu país e não se cansavam de procurar novos                  para o reino.

“Isabel, o que achas de mandar               um pinhal para os lados de Leiria, junto à costa? Assim, posso impedir que as areias invadam os campos dos                      .”

“Parece-me uma ótima                , Dinis! Acho que deves avançar!

“De certeza que, desta forma, será mais fácil cultivar               terras.”

E não se enganava. Os agricultores ficaram-lhe muito gratos por esta ajuda: os terrenos ficaram mais férteis e as culturas mais ricas.

D.Dinis amava                             Portugal, o seu povo e a sua                . Sabia que não podia ficar por aquí: tinha sido só o início, havia                       muito para fazer...

Por ter sido um homem              

E também grande escritor,

Para              ficou O POETA

Para outros, O LAVRADOR.

Exercício de compreensão auditiva.

JOÃO ESQUECIDO: Olá, então como estão? É verdade, eu sou o vosso amigo João Esquecido, e venho falar-vos de… de…  de… venho falar de…  Clementina, do que é que eu vou falar?                                   

CLEMENTINA: Tu                    aqui para falar de um certo sentimento, uma maneira                             de sentir que aparece de vez em                            .

JE: Quando se está doente? Vamos falar de quando nos sentimos                        ?

C: Não, João Esquecido, o que sentimos é bom!

JE: Diz-me lá… E essa coisa                            com os dedos dos pés, os ouvidos e o cabelo?

C: Bem, acho que isso se pode sentir com todo o corpo. Mas, normalmente, quando acontece, sente-se com o                                    .

JE: Coração? Essa é mesmo boa… Talvez eu nunca tenha sentido isso antes.

C: Oh, Esquecido, tenho a certeza que já                             . Porque isto é uma coisa que normalmente nós sentimos pela nossa mãe, pelo nosso pai, ou pelo nosso                                 lindo. Ou então, João Esquecido, podemos sentir isso também por um amigo, muito                          .

JE: Bom, deixa-me ver… E por uma maçã? Pode-se sentir isso também por uma maçã, ou então por um par de botas?

C: Bom, acho que é                           .

JE: Estou completamente a                            do que tu estás para aí a falar…

C: Por favor, João Esquecido, eu estou a falar de A-M-O-R: Amor!

JE: Aaaahhhhh! Amor! Então porque é que não                               logo? Eu sei tudo sobre o amor.

C: Sabes?

JE: Claro que sei. Eu tenho quilos de amor dentro de mim, quilos e quilos. Toneladas de amor. E até tenho uma maneira especial de mostrar às pessoas que gosto delas.

C: Tens? Como é?                              !

JE: Assim - Yuhuuuu! Oh, minha querida, gosto tanto de ti! Amor, gosto muito. Oh, meu amor!

C: João Esquecido és tão                               !

JE: Pois sou. Diz-me, Clementina… do que é que eu                         a falar? Deixa ver… estava a falar de botas.

Vídeo da Rua Sésamo sobre antónimos (opostos)

Gualter: ... então que um monstro giro, peludo como eu ia gostar de cantar?

Becas: Oh, é uma ótima canção, Gualter. É muito divertida, faz o oposto de tudo o que eu fizer. É como um jogo.

Gualter:  Ah, e eu adoro jogos musicais!

Becas: Muito bem, cá vamos nós. Faz o oposto. Esta caixa está vazia.

Gualter:  Oh, já percebi. Esta caixa está cheia.

Becas: Muito bem, Gualter. A minha é fácil de empurrar.

Gualter:  E a minha é difícil de puxar... Estou aqui em baixo.

Becas: E eu aqui em cima. Olá, Gualter! Eu estou parado.

Gualter:  Eu vou correr até ficar cansado...

Becas: O meu brinquedo está inteiro.

Gualter:  O meu está partido em dois.

Becas: Tenho imensas bolachas.

Gualter:  E eu tenho poucas...

Becas: ‘Tou quente e seco.

Gualter:  Eu estou todo molhado...

Becas: Sinto-me mesmo bem!

Gualter:  Eu não estou a sentir-me nada bem, bolas...

Becas: Desculpa, Gualter, só mais um. Esta pena é leve.

Gualter:  Este sofá pesa uma tonelada...

Becas: Os opostos não são tão giros?

Gualter:  Não os acho assim tão giros...

Becas: Eu estou a deslizar.

Gualter:  Enquanto eu tenho de trepar...

Becas: O jogo vai acabar...

Gualter:  Já estou farto de me cansar...

Becas: Agora vamos repetir! Vá lá, Gualter!

Oh, não!!!....

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